Terapia alimentar infantil individualizada e baseada no brincar. Ajudamos seu filho a explorar e aceitar novos alimentos sem pressões, transformando as refeições em família em momentos leves e seguros.
Você não está sozinho. Muitas crianças enfrentam barreiras reais que vão muito além de "pirraça" ou "frescura".
Seu filho aceita apenas um grupo muito restrito de alimentos (geralmente ultraprocessados ou da mesma cor) e recusa qualquer novidade.
Choro, fuga da cadeira, náuseas ou pânico antes mesmo de tocar no alimento. A hora de comer gera tensão e estresse para todos.
A criança só consegue comer se estiver distraída com o celular, tablet ou televisão, sem perceber o que está ingerindo.
Aversão a certas texturas, cheiros, temperaturas ou aparências. O alimento gera um desconforto físico real na boca.
A verdade que conforta: A alimentação é o comportamento humano mais complexo que existe. Ela exige o funcionamento integrado de todos os nossos órgãos, músculos e sentidos. Quando algo falha nessa engrenagem, comer dói ou assusta. E a culpa não é sua.
Oferecemos abordagens terapêuticas personalizadas para cada perfil de criança e dinâmica familiar.
Sessões lúdicas individuais onde a criança é convidada a explorar os alimentos através do brincar científico. Sem forçar a comer, respeitamos a prontidão do corpo, trabalhando a dessensibilização sensorial passo a passo.
Capacitamos os pais a se tornarem os principais terapeutas de seus filhos em casa. Ajustamos a rotina, o ambiente da cozinha, a forma de oferecer a comida e as estratégias de comunicação, removendo as pressões da mesa.
Atendimento especializado para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH e disfunções de integração sensorial. Criamos planos altamente individualizados focados no conforto neurológico.
Não trabalhamos com recompensas, castigos ou barganhas. Crianças não aprendem a comer se sentirem medo ou coação. Nossa abordagem combina as técnicas mais eficazes do mundo em comportamento alimentar e desenvolvimento:
Reconhecemos a autonomia da criança. O adulto decide *o que*, *quando* e *onde* servir. A criança decide *se* vai comer e *quanto* comer.
Comer é o último passo. Primeiro, aprendemos a tolerar a presença do alimento, depois a interagir, cheirar, tocar, provar e, finalmente, engolir.
Abordagem baseada no afeto e no relacionamento humano. Seguimos a liderança da criança no brincar para expandir suas capacidades alimentares.
Para uma criança seletiva, o prato de comida não representa nutrição, mas sim um desafio sensorial imenso. Precisamos dar as mãos e atravessar essa ponte juntos.— Nutricionista Roberta Nuzzo
Olá! Sou a Roberta, mas muitas famílias e crianças me conhecem carinhosamente como Tata. Minha missão é ajudar as famílias a recuperarem o prazer de se sentarem juntas à mesa, sem estresse ou lágrimas.
Como nutricionista clínico-funcional integrativa, sempre vi o alimento como um ato de amor e cultura. Contudo, ao longo da minha jornada, percebi que para muitas crianças o momento de comer era sinônimo de medo e aflição. Foi essa descoberta que me fez voltar integralmente o meu foco para a Terapia Alimentar Infantil.
Hoje, aplico técnicas de dessensibilização lúdica e apoio no neurodesenvolvimento para conduzir as crianças com segurança pelo fascinante universo dos alimentos. Minhas raízes com a culinária saudável, através do projeto Tata per Tutti, me dão as ferramentas ideais para transformar ingredientes comuns em propostas lúdicas, seguras e apetitosas para os pequenos.
Esclareça as principais dúvidas de pais e cuidadores sobre o processo de terapia alimentar.
É uma abordagem terapêutica especializada que visa ajudar crianças que possuem extrema dificuldade em se alimentar (como recusa sistemática de vegetais, pavor de novas texturas, náuseas ao ver novos alimentos ou consumo de menos de 15 a 20 alimentos no total). A terapia utiliza o brincar e a exploração sensorial para dessensibilizar a criança, tornando o ato de comer seguro, confortável e lúdico.
Na grande maioria das vezes, o que parece "teimosia" é, na verdade, um mecanismo de defesa. Se a criança sente que mastigar é difícil, se certos cheiros lhe causam enjoo ou se a textura na boca parece "areia" ou "dor", ela naturalmente vai se recusar a comer para se proteger. A terapia alimentar nos ajuda a identificar se há uma causa sensorial, motora ou emocional por trás desse comportamento.
A família é parte essencial do tratamento! A terapia não acontece isolada em quatro paredes. Capacitamos os pais a adaptarem as refeições cotidianas em casa, ajustando a postura, o vocabulário, o método de oferta e a rotina da casa. Esse alinhamento reduz a ansiedade de todos e garante que os avanços obtidos nas sessões se mantenham e expandam no lar.
Sim! Crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou outras neurodivergências possuem, com alta frequência, disfunções no Processamento Sensorial. Isso torna a seletividade alimentar ainda mais acentuada devido à necessidade de rigidez, previsibilidade e sensibilidade a texturas. Usamos metodologias específicas (como os princípios do DIR/Floortime) para acolher e adaptar o tratamento de acordo com a individualidade neurológica da criança.
A terapia alimentar pode ser iniciada desde a fase de introdução alimentar (por volta dos 6 meses), quando os pais percebem extrema dificuldade em aceitar colheradas, engasgos frequentes ou recusa severa ao toque dos alimentos sólidos. Quanto mais cedo intervirmos, mais fácil será prevenir que as dificuldades alimentares se cronifiquem e impactem o desenvolvimento físico e social da criança.